Doação

História

A Unidade de Retaguarda Hospitalar Francisco de Assis surgiu como resultado dos esforços empreendidos pelos fundadores em prol da comunidade, a fim de reduzir o sofrimento de uma grande parcela carente da população, oriunda das favelas, rede SUS e que vive abaixo da linha da pobreza. O primeiro foco de trabalho deu-se com o atendimento a menores, oferecendo-lhes reforço escolar, alimentação e cuidados médicos de forma voluntária. Esse trabalho perdurou durante vinte anos, mantido unicamente com doações da sociedade civil.

 

Posteriormente, com a abertura dos conselhos tutelares e varas de infância e juventude, a atividade exercida já não era mais necessária, e, a partir desse momento, iniciou-se uma nova fase de atuação da instituição, voltada principalmente para a área de saúde. A entidade passou a atender pacientes acamados, cadeirantes e pessoas em situação de desassistência, em regime de internação, num total de 80 internos. Com a diversidade de casos encaminhados, houve a necessidade de se definir mais precisamente o foco do trabalho, a fim de aprimorar o atendimento.

 

Após várias reuniões com profissionais de saúde optou-se pelo segmento de cuidados paliativos, voltado para pacientes acamados, em geral portadores de doenças crônicas, em fase intermediária e terminal. Essa especialização foi necessária a fim de acolher pacientes advindos da demanda dos hospitais gerais, visando a liberação de leitos necessários aos demais atendimentos. Pacientes entre os quais há uma significativa parcela de sequelados por traumatismos e acidentes, que se recuperam na instituição e voltam para suas famílias de origem, apoiados por meio de muitos investimentos da entidade em pesquisa, cuidados esmerados de enfermagem, exames laboratoriais, nutrição especializada, fisioterapias e reuniões familiares, além de outros investimentos. Foi assim instituída no município de Ribeirão Preto, a Unidade de Retaguarda Hospitalar Francisco de Assis, no ano de 2003, tornando-se a primeira unidade de retaguarda hospitalar da região de Ribeirão Preto.

 

Esse projeto veio ao encontro com as necessidades sociais de Ribeirão e região, apoiando os hospitais com o atendimento a pacientes crônicos, oferecendo-lhes um serviço de internação de longa permanência, bem como às ONGs e à sociedade civil, que também possuem pacientes de alta complexidade, mas não dispõem de estruturas adequadas e nem condições de prestar cuidados semi-intensivos, como é realizado na entidade. Essa população de pacientes é hoje remanejada para nossa instituição, segundo protocolos estabelecidos e de acordo com as normas da saúde e vigilância sanitária.

 

Atualmente, a unidade possui 31 leitos, e a taxa de ocupação gira em torno de 52%, ficando os leitos restantes para atendimentos a emergências. Desde sua criação, foram atendidas 487 pessoas em regime de internação, bem como serviços de apoio emocional e material à familiares destes pacientes. Foram realizadas mais de 2.688 visitas domiciliares por equipes multidisciplinares da entidade, compostas por um enfermeiro, um assistente social, um fisioterapeuta, nutricionista e médico, a fim de avaliar condições de moradia, saúde e situação social dos usuários e prestar atendimento à comunidade. Isso significa que a entidade já investiu um montante de cerca de R$ 3.652.500,00 somente no custo direto dos pacientes, e aproximadamente 10.752 horas de atendimento domiciliar, isso sem considerar o custo de manutenção da entidade, ou seja, os custos indiretos como materiais de escritório, manutenção de equipamentos, veículos, etc. E esse valor é referente apenas a partir de 2003 ao final de 2009. Este recurso e estas horas representam a participação da entidade na desoneração do poder público, contribuindo para beneficiar a comunidade de baixa renda de Ribeirão Preto e região. Os procedimentos de visita domiciliar são sempre iniciados com base na solicitação da família, vizinhos ou amigos de pessoas em condições crônicas ou acamadas, que recorrem à instituição visando prover melhores condições à essas pessoas. Essas solicitações surgem também de hospitais (para pacientes já internados e com prescrição de alta hospitalar) e de autoridades, como delegados do idoso, de polícia, promotoria, secretaria de saúde e prefeitura. Nestes termos, não há restrições, o atendimento é universalizado.

 

DOAÇÕES

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